Pingente mãos

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Pingente de prata 950, produzido manualmente. 

No formato de duas mãos fechadas em forma de concha, como se faz quando se segura a terra.

Esta joia é uma simbologia para a relação com a terra em que se cultiva vida e amor. Faz parte de uma coleção inspirada na literatura da Bahia que nos mostrou retirantes, quilombolas, cacaus, bananas, butitis e muita relação afetiva e dolorosa com a terra. Esta joia é simbologia afetiva para celebrar nosso lugar semente.

 

“Meu pai, quando encontrava um problema na roça, se deitava sobre a terra com o ouvido voltado para seu interior, para decidir o que usar, o que fazer, onde avançar, onde recuar. Como um médico à procura do coração.”

Itamar Vieira Júnior


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Nossas joias têm história, conheça!

Esta joia faz parte do capítulo 3 da nossa história, a coleção
bahia: substantivo feminino.

 De um pequeno golfo, de boca estreitada, jorra muita água, explode amor, força, raiva, memória e emoção. Explode a urgência e a paciência de se viver. Nessa poética material que aqui criamos, nomeamos substância e essência por meio dos quatro elementos: água, terra, ar e fogo. A história da Bahia, assim como a história do Brasil, pode ser a história de uma mulher. Dentro dela coexistem todos os elementos, torrente de onde flui a força da natureza, junto de liberdade e equilíbrio. 
 

Vivemos também a Bahia como um país. Sua cultura, sua natureza, sua diversidade, seu significado como palavra. Nem tudo aqui é para ser entendido, algumas coisas existem para ser sentidas, relembramos como Jorge Amado escreveu em seu livro sobre “Gabriela, cravo e canela”, algo sobre o amor que não se prova, como Gabriela, saber que existe já basta. 

 

Esta é uma declaração de amor à literatura, à cultura e à história do Brasil. Do sertão ao litoral, de Cumuruxatiba à Moreré, da Chapada Diamantina ao Pelourinho, de Jorge Amado à Itamar Vieira Junior, do carnaval ao samba, de todos os pés, mãos e corpos que dançam e sofrem neste estado amado e no nosso país, de nós até vocês, com muito axé, dendê, muvuca, dengo e por aí vai...

 

A Bahia é sempre assim? Pois parece uma festa!

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